Quarta, 06 de Julho de 2022
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Sexta, 11 Março 2022 19:17

Comissário Waldemar nega liderar grupo descontente do MININT que quer a cabeça de Laborinho

O Comissário da Polícia Nacional de Angola, Waldemar José, negou categoricamente as acusações que lhe são atribuídas, numa notícia divulgada no site "confidencial news" que cita uma fonte anônima.

Segundo as informações, o Comissário Waldemar José estaria a liderar um grupo de quadros afectos ao Ministério do Interior, exonerados com este, muito recentemente, estando o mesmo a preparar um alegado plano macabro que visa a cabeça do titular da pasta do Interior em Angola, Eugénio César Laborinho.

Em nota de repúdio enviada para Angola24horas, o Comissário desafia quem quer que seja, a provar a veracidade desta notícia, adiantando que se ela for real vai entregar sua farda, a patente, o cargo e, sobretudo pedir a sua desvinculação da PNA e ainda pagar 5 milhões de Kwanzas à pessoa que provar tais mentiras.

De acordo com o Comissário, a pessoa que encomendou esta notícia não tem escrúpulos, joga baixo e vê-se que está interessado em destruir a carreira de Waldemar José.

Acrescentou que, tal pessoa que encomendou a notícia (que é fogo amigo) é tão fraca em conhecimentos e em estratégias, que nem soube montar bem a mentira na notícia falsa, por vários motivos, entre os quais Waldemar José não vai ao Mussulo há mais de 5 anos. "Se tiverem dúvidas, consultem as câmaras".

Esclareceu que, no dia 27 de Janeiro, um dia após ter tomado conhecimento da sua exoneração, passou o dia todo no Ministério do Interior. "Se tiverem dúvidas, é so consultarem as câmaras do MININT, que vão concluir que entrei por volta das 10 h e saí no final da tarde".

"O próprio chefe é testemunha, porque me recebeu e falou comigo no final da tarde. No encontro, estavam presentes altas entidades do MININT que podem comprovar isso. Não conheço nenhum doutor Pedro Francisco. Já não uso o Skype há mais de um ano", disse, ressaltando que, quem o conhece bem, sabe que não usa a expressão "P...RRAS".

No demais, apelou que, se o objectivo é denegrir a sua imagem e destruir a sua carreira, que sejam autênticos e deixem de inventar e encomendar notícias, porque isso só mostra que não têm carácter e não merecem os desafios que os confiaram.

"Qual é a razão da perseguição?
Nem eu sabia que constituía tanta preocupação para vocês, para chegarem ao ponto de armarem calúnias contra a minha pessoa.
Com tais notícias falsas e encomendadas, só mostram medo por uma pessoa que não representa qualquer perigo. Deveriam concentrar-se naquilo que é vossa missão, invés de perseguirem os quadros. Agradecia que me deixassem em paz, por favor!", atirou.

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