O antigo primeiro-ministro angolano, Marcolino Moco, afirmou ter sido alvo de uma alegada tentativa de intimidação, na sequência de uma entrevista concedida a uma estação televisiva portuguesa que, segundo o próprio, nunca chegou a ser emitida.
O primeiro secretário do MPLA, na província do Huambo, Pereira Alfredo, comparou a UNITA a um "tambor vazio" que faz muito barulho" para ocultar as suas difidências mas sem nada dentro para lhes oferecer.
O secretário-geral da JURA, braço juvenil da UNITA, Nelito Ekuikui, acusou o Presidente da República de Angola, João Manuel Gonsalves Lourenço, de ter “fracassado” na sua governaçã e de deixar o país numa completa desgraça.
O nacionalista e dirigente da UNITA (oposição) Ernesto Mulato lamenta que a independência da Angola, conquistada há 50 anos, não tenha assegurado o bem estar dos cidadãos e considerou que o país vive um "neocolonialismo" sob liderança do MPLA.
Os partidos políticos intensificaram este fim-de semana a mobilização da população, para o reforço das suas fileiras na capital do país e em algumas províncias, onde o eleitorado recebe a mensagem com cepticismo, face à degradação do nível da vida da população.