Angola importou produtos alimentares avaliados em 445,3 milhões de dólares (403 milhões de euros) no segundo trimestre, uma queda de 12,6% face ao trimestre anterior e de 9,2% em relação ao período homólogo, segundo dados oficiais.
O negócio da venda de roupa usada em Angola, conhecido como “fardo”, tem vindo a declinar por vários fatores, como o aumento das taxa de importação e a falta de divisas, segundo alguns operadores.
Quénia, Angola e Gana estão entre os principais destinos da roupa usada exportada pela China, segundo um relatório das Nações Unidas que estima que este mercado represente um volume de negócios superior a 9 mil milhões de dólares.
Índice de Preços Grossista registou uma variação mensal, no período de Abril a Maio, de 2,18%, sendo 0,84 ponto percentual inferior à registada no período anterior e 0,92 ponto percentual superior em relação à do mesmo mês do ano passado.
As importações de bens alimentares em Angola aumentaram quase 20% no primeiro trimestre de 2024, após quatro trimestres consecutivos de queda, refletindo medidas do executivo para garantir a segurança alimentar, segundo analistas do Banco Millennium Atlântico.