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| Partido Pouplar ameaça sair à rua para defender candidatura |
| Notícias - Política |
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O Partido Popular, a UNITA, o Bloco Democrático e o PDP-ANA parece já terem previsto esta situação. A conferência de imprensa realizada na última Quinta-feira em Luanda para protestar alegados erros do Ficheiro Informático Central do Registo Eleitoral e a anulação de centenas assinaturas de apoiantes nos processos entregues ao Tribunal Constitucional confirmam esta afirmação. O Partido Popular viu mais de nove mil assinaturas dos seus apoiantes anuladas pelo Tribunal. David Mendes, o líder desta força partidária, afirma que caso seja inviabilizada a sua participação no pleito de 2012, Angola será surpreendida com a publicação de um relatório que é o seu cavalo de batalha. O número um do PP fala das inconformidades do Tribunal Constitucional, “um presente envenenado” para o seu partido. David Mendes garante que o P. P vai sair à rua para protestar em massa contra decisão que coloque o seu partido fora da corrida às eleições. O político adianta, sem citar nome, que se a sua força política não chegar ao pleito eleitoral vai prestar completo apoio a uma outra força política. Face aos alegados erros cometidos pelas máquinas usadas pra o registo das candidaturas, Sidyangany Mbimbi, líder do PDP_ANA deixa um apelo ao Tribunal Constitucional. Às autoridades Justino Pinto de Andrade do Bloco Democrático, partido que também viu a sua candidatura reprovada alerta as autoridades sobre as irregularidades que podem manchar o espírito das eleições de 2012. Até o momento têm garantias de participação na disputa das Eleições Gerais de 31 de Agosto 26 partidos políticos, considerando os cinco que concorrem isoladamente e os 21 coligados. Expirado o prazo e decididas as reclamações, o órgão judicial procederá à divulgação definitiva das candidaturas e fará o seu envio à Comissão Nacional Eleitoral (CNE), bem como a todos mandatários de candidaturas. No próximo dia 7 do corrente o Tribunal deverá publicar a lista definitiva dos partidos e coligações de partidos que vão participar do pleito eleitoral. |
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DECLARAÇÃO DA PRESIDÊNCIA, EM NOME DA UNIÃO EUROPEIA SOBRE ANGOLA
A União Europeia lamenta profundamente o reacender da guerra civil em Angola, o qual é sobretudo da responsabilidad e da UNITA, sob a liderança de Jonas Savimbi. É intenção da União Europeia intensificar os seus esforços no sentido de impedir que a UNITA prossiga a guerra civil em Angola, persistindo em desrespeitar as Resoluções do Conselho de Segurança da ONU, e de a incentivar a regressar ao processo de paz.
Neste contexto, a União Europeia salienta uma vez mais que está decidida a manter uma forte pressão internacional sobre a UNITA e os seus dirigentes, consubstanciada na plena aplicação, por parte de todos os Estados da ONU, das sanções da ONU contra aquele movimento. A União Europeia saúda as decisões adoptadas na Resolução nº 1237 (1999) do Conselho de Segurança das Nações Unidas com o objectivo de assegurar uma melhor implementação do regime de sanções contra a UNITA, e apoia as recomendações posteriormente formuladas no relatório enviado em 4 de Junho ao Conselho de Segurança da ONU pelo Presidente do Comité do Conselho de Segurança da ONU, instituído nos termos da Resolução nº 864 (1993).
A União Europeia permanece convicta de que só pela via política se logrará instaurar uma paz duradoura em Angola. É, pois, com veemência que exorta a UNITA e os seus dirigentes a cessarem as suas actividades militares e a darem provas inequívocas da sua vontade de reatar, num espírito de boa fé, o diálogo com o Governo de Angola, com base nas Resoluções do Conselho de Segurança da ONU, na perspectiva da desmilitarização da UNITA e do alargamento da administração do Estado a todo o país. Caso a UNITA assim o venha a fazer, a União Europeia insta o Governo a que responda favoravelmente ao cessar-fogo e estabeleça o diálogo. Apela igualmente ao Governo para que aceite uma presença significativa da ONU em Angola, à altura das gigantescas tarefas que o país tem pela frente. Considera a União Europeia que uma presença da ONU, com uma vertente em matéria de direitos humanos, poderá contribuir positivamente para a resolução pacífica do conflito em Angola.
A União Europeia considera que a paz na República Democrática do Congo representa um elemento essencial para a estabilidade na região e para o restabeleciment o da paz em Angola, e saúda, pois, o recente acordo de cessar-fogo alcançado na RDC. Neste contexto, a União Europeia está disposta a prestar assistência a todos os países de África para lhes permitir que apliquem plena e eficazmente as sanções da ONU contra a UNITA. A União Europeia congratula-se pelos contactos estabelecidos entre os Governos de Angola e da Zâmbia e exorta-os a prosseguir nesta via, assim fomentando a estabilidade na África Austral.
A União Europeia está profundamente preocupada perante o dramático aumento do número de refugiados e pessoas deslocadas que, ocorrido na sequência da mais recente eclosão de hostilidades, está a pôr em risco as vidas e o bem-estar de uma grande parte da população. Motivo de particular inquietação é o número de pessoas deslocadas no interior do país, actualmente calculado em 1,7 milhões. A União Europeia reitera o seu apelo ao Governo de Angola e à UNITA para que respeitem os direitos humanos e colaborem com as organizações humanitárias na distribuição de ajuda humanitária de emergência, garantindo a segurança e a liberdade de circulação do pessoal das organizações em causa, bem como o acesso às populações afectadas. A União Europeia continuará a envidar todos os esforços no sentido de prestar ajuda humanitária às vítimas do conflito e apoiar as acções de desminagem.
A União Europeia apela uma vez mais ao Governo, na sua qualidade de signatário da Convenção de Otava, e sobretudo à UNITA, para que ponham imediatamente termo à colocação de minas.
A União Europeia saúda os recentes esforços do Governo no sentido de implementar reformas destinadas a estabilizar a situação económica e financeira do país. A União Europeia exorta o Governo Angolano a levar por diante tanto essas iniciativas como a luta contra a corrupção e a pobreza, elementos essenciais para uma cooperação internacional substancial e frutuosa.
Subscrevem a presente declaração os países da Europa Central e Oriental associados à União Europeia, Chipre, país igualmente associado, bem como os países da EFTA membros do Espaço Económico Europeu.
Volta para o Inferno que é de lá que tu nunca deverias sair seu filho da .....Pensa seu BAGRE.
Vão sair a rua para protestarem o quê?...
A decisão foi tomada porque apuraram-se irregularidades dos documentos apresentados, o que já é crime.
Se tentarem vão parar todos a cadeia e com puretes, seus malandros falsos.
M no coração.
Esse David Mendes só quer mesmo criar mais uma vez confusão... Quer dar a entender aos seus financiadores que está a trabalhar. Mas desculpa oh D. Mendes isso não pode ser a custa dos angolanos... se voce tem teus compromissos no estrangeiro se aguente!