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| Eleições/2012: Lobito dá apoio ao "número um do Mpla" |
| Notícias - Noticias em geral |
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A passeata teve início com a movimentação de dezenas de motorizadas, que depois de percorrerem vários bairros urbanos e suburbanos se juntou ao grupo de militantes que se encontrava concentrado na avenida dos bombeiros (Caponte), de onde marcharam rumo à CPPL, onde se realizou o comício. Homens, mulheres e jovens, na sua maioria militantes do partido e das suas organizações específicas, a OMA e a JMPLA, gritavam “Zé Dú é a nossa opção”. Cartazes e dísticos a favor de José Eduardo dos Santos também foram afixados em quase todas as artérias da cidade. Numa mensagem lida pelo primeiro secretário da JMPLA, Victor Kiteculo, a organização juvenil do partido no poder considera que José Eduardo dos Santos foi o promotor do projecto de consolidação da paz e da democracia. Além disso, considera que o crescimento económico e a justa distribuição dos rendimentos nacionais já são visíveis, tal como a construção de mais escolas, hospitais, centros e postos de saúde, o fornecimento de água tratada, a expansão das universidades públicas, o fomento habitacional, a construção e reabilitação de estradas e a melhoria na distribuição da energia eléctrica. Ao intervir, o primeiro secretário municipal do MPLA no Lobito, Julião Francisco de Almeida, afirmou que José Eduardo dos Santos merece o voto de confiança dos eleitores para conduzir os interesses nobres do povo angolano. “O comité municipal do MPLA no Lobito fará tudo para garantir a vitória do partido nesta parcela do território nacional, a exemplo de 2008”, garantiu. JA |
O MPLA e as mentiras sobre o “4 de Fevereiro”![]() As pessoas apresentadas hoje como nacionalistas, eram na verdade delinquentes, gatunos e violadores de mulheres... |
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Barack Obama vai visitar Senegal, África do Sul e Tanzânia em Junho![]() O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai visitar Senegal, África do Sul e Tanzânia entre 26 de junho e ... |
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FC Porto campeão português de futebol pela 27ª vez![]() O Benfica, que precisava de vencer e que o FC Porto não o conseguisse para somar o seu 33º titulo, ganhou em casa ao Moreirense por 3-1, com tentos do ... |
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Ranking Africa: Nenhuma universidade Angolana entre as "100 Melhores" de África![]() O ranking de 2013 das 100 melhores universidades de África publicada nesta terça-feira, pelo o site International Colleges and Universities (ICU) não confirmo nenhuma a Universidade Angolana entre as 100 ... |
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DECLARAÇÃO DA PRESIDÊNCIA, EM NOME DA UNIÃO EUROPEIA SOBRE ANGOLA
A União Europeia lamenta profundamente o reacender da guerra civil em Angola, o qual é sobretudo da responsabilidad e da UNITA, sob a liderança de Jonas Savimbi. É intenção da União Europeia intensificar os seus esforços no sentido de impedir que a UNITA prossiga a guerra civil em Angola, persistindo em desrespeitar as Resoluções do Conselho de Segurança da ONU, e de a incentivar a regressar ao processo de paz.
Neste contexto, a União Europeia salienta uma vez mais que está decidida a manter uma forte pressão internacional sobre a UNITA e os seus dirigentes, consubstanciada na plena aplicação, por parte de todos os Estados da ONU, das sanções da ONU contra aquele movimento. A União Europeia saúda as decisões adoptadas na Resolução nº 1237 (1999) do Conselho de Segurança das Nações Unidas com o objectivo de assegurar uma melhor implementação do regime de sanções contra a UNITA, e apoia as recomendações posteriormente formuladas no relatório enviado em 4 de Junho ao Conselho de Segurança da ONU pelo Presidente do Comité do Conselho de Segurança da ONU, instituído nos termos da Resolução nº 864 (1993).
A União Europeia permanece convicta de que só pela via política se logrará instaurar uma paz duradoura em Angola. É, pois, com veemência que exorta a UNITA e os seus dirigentes a cessarem as suas actividades militares e a darem provas inequívocas da sua vontade de reatar, num espírito de boa fé, o diálogo com o Governo de Angola, com base nas Resoluções do Conselho de Segurança da ONU, na perspectiva da desmilitarização da UNITA e do alargamento da administração do Estado a todo o país. Caso a UNITA assim o venha a fazer, a União Europeia insta o Governo a que responda favoravelmente ao cessar-fogo e estabeleça o diálogo. Apela igualmente ao Governo para que aceite uma presença significativa da ONU em Angola, à altura das gigantescas tarefas que o país tem pela frente. Considera a União Europeia que uma presença da ONU, com uma vertente em matéria de direitos humanos, poderá contribuir positivamente para a resolução pacífica do conflito em Angola.
A União Europeia considera que a paz na República Democrática do Congo representa um elemento essencial para a estabilidade na região e para o restabeleciment o da paz em Angola, e saúda, pois, o recente acordo de cessar-fogo alcançado na RDC. Neste contexto, a União Europeia está disposta a prestar assistência a todos os países de África para lhes permitir que apliquem plena e eficazmente as sanções da ONU contra a UNITA. A União Europeia congratula-se pelos contactos estabelecidos entre os Governos de Angola e da Zâmbia e exorta-os a prosseguir nesta via, assim fomentando a estabilidade na África Austral.
A União Europeia está profundamente preocupada perante o dramático aumento do número de refugiados e pessoas deslocadas que, ocorrido na sequência da mais recente eclosão de hostilidades, está a pôr em risco as vidas e o bem-estar de uma grande parte da população. Motivo de particular inquietação é o número de pessoas deslocadas no interior do país, actualmente calculado em 1,7 milhões. A União Europeia reitera o seu apelo ao Governo de Angola e à UNITA para que respeitem os direitos humanos e colaborem com as organizações humanitárias na distribuição de ajuda humanitária de emergência, garantindo a segurança e a liberdade de circulação do pessoal das organizações em causa, bem como o acesso às populações afectadas. A União Europeia continuará a envidar todos os esforços no sentido de prestar ajuda humanitária às vítimas do conflito e apoiar as acções de desminagem.
A União Europeia apela uma vez mais ao Governo, na sua qualidade de signatário da Convenção de Otava, e sobretudo à UNITA, para que ponham imediatamente termo à colocação de minas.
A União Europeia saúda os recentes esforços do Governo no sentido de implementar reformas destinadas a estabilizar a situação económica e financeira do país. A União Europeia exorta o Governo Angolano a levar por diante tanto essas iniciativas como a luta contra a corrupção e a pobreza, elementos essenciais para uma cooperação internacional substancial e frutuosa.
Subscrevem a presente declaração os países da Europa Central e Oriental associados à União Europeia, Chipre, país igualmente associado, bem como os países da EFTA membros do Espaço Económico Europeu.
ANGOLA A CRESCER MAIS E A DISTRIBUIR MELHOR