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| Negros brasileiros lutam por mais direitos políticos |
| Notícias - Internacional |
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Na prática, o projecto quer estimular a criação de propostas de políticas de promoção da igualdade racial no Brasil. Elevando os indicadores sociais do negro, o movimento vai ajudar a elevar a média geral do país. É isso que busca o “Brasil 2022″, plano da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, que reúne várias iniciativas, do governo e da sociedade civil, para fazer com que o país evolua, em vários setores, em até 2022. Na articulação pela melhoria da qualidade de vida dos negros está a Faculdade Zumbi dos Palmares, que mantém o portal na internet “Observatório da População Negra”. O reitor da Faculdade, José Vicente, explica que o projecto “Negro “Do jeito que se encontra hoje, precisamos de mais uma geração para poder encostar na média nacional, tendo em vista que o fosso é terrivelmente desproporcional. Se você for ver a presença do negro, por exemplo, no comando das grandes empresas, nós temos apenas 3% nas 500 maiores empresas do país. Se nós formos buscar a presença dos negros no corpo docente do ensino superior, nós só vamos achar 2% de negros”. O reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares resume os pontos mais complicados na busca por essa meta de melhoria de indicadores da população afrodescendente no Brasil. “Combater a pobreza está em uma das pontas. Isso talvez possa ser bem conduzido a partir das políticas públicas implementadas pelo governo, como o Programa Bolsa Família”, afirma. “Ao mesmo tempo precisamos levar esse público, primeiro para a alfabetização, segundo para o ensino superior e, depois, abrir espaço para eles no mercado de trabalho. O mais preocupante é que temos um “buraco” muito grande no ensino médio. No Brasil, perdemos, em média, 54% dos estudantes na trajectória do ensino médio. Desse público, quase 70% são negros. Por isso, chegamos com um número pequeno de negros no ensino superior”. O estudioso lembra que os indicadores ruins têm explicação histórica e são perpetuados pela cultura racista que ainda domina no Brasil. “Nós temos um passivo da escravidão. Em 1988 uma lei disse: vocês estão livres, passar bem. Todos os espaços construídos na nova sociedade foram dados para pessoas de fora, os imigrantes. Nós temos também um passivo gerado pela discriminação e pelo racismo. Isso acontece porque nós insistimos em construir uma política cultural estética que não privilegia a mistura de raças. No Brasil, automaticamente, quando você precisa contratar um profissional você já tem um modelo que serve para a sua empresa. Nele, o negro não entra porque o padrão estético é o ocidental”. |
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Comentários
Quanto a relacionamentos interraciais, isso é escolha de cada cidadão, em diversos países esta prática é normal, inclusive na europa, américa, enfim, em todo mundo... eu sou negro e adoro me relacionar com mulheres negras, afro-descendent es.
Quando falam mal de pelé é porque não o conhecem, se conhecerem o centro de treinamento do Santos Futebol Clube vão mudar de opinião o que este senhor faz para que crianças menos favorecidas tenham oportunidade de, através do futebol, se ascenderem a um patamar desejável...
com esses racistas brasileiros.
Actualmente, ainda em muitas consciências, os negros vêm a ser conotados a: Violência, não-inteligentes, confusionistas, aldrabões, anti-higienicos, não-estudiosos, pobres, miseraveis, terroristas, e alguma vezes são associados aos demonios.
Acredito que a raça negra, em seu pensamento, resolver tornar-se numa pessoa formada e informada, gradualmente havera mudança na forma como são desapreciados e desrespeitados.
Uma sociedade constroe-se com cultura.
Assim como a raça branca, koissan, projectaram-se intelectualment e os negros devem fazer o mesmo para poderem ocupar um espaço digno e respeitoso nesse mundo.
Acreditem..."A inteligencia é uma linguagem universal"
Of fundos seriam canalizados para universidades de género para fomentar o ensino superior gratuito dos negros e forçar o governo brasileiro a fixar cotas em todos aspectos da vida: medicina, ensino superior, investigação científica, etc, emfim fazer qualquer coisa como black empowerment mais ou menos como na Africa do Sul. Alguns dirão que a fixação de cotas já é descriminação mas eu cho que alguns brancos ocupam alguns cargos só por descriminação não porque não houvesse pretos capazes.
Acho isso uma iniciativa super bacana, parabéns-
Luanda-Angola