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| Alemães angariam fundos para a família de angolano assassinado |
| Notícias - Diáspora |
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Amadeu António foi uma de muitas vítimas de uma onda de racismo que rebentou, sobretudo na extinta República Democrática da Alemanha (RDA), depois da reunificação alemã. As vítimas destes ataques eram oriundas de Moçambique, do Vietname, de Cuba e de Angola, tratando-se de pessoas que tinham vindo para a Alemanha no quadro de programas de cooperação entre os países então comunistas. Para que a morte de Amadeu António e outros não fosse esquecida, e para precaver novos crimes, várias personalidades da vida cultural e política alemã criaram a "Fundação Amadeu António", que, desde então, combate o racismo e promove a convivência pacífica entre os povos. Cidadãos lutam pela memória de Amadeu António
Dieter Gadischke trabalha para uma instituição da igreja evangélica em Barnim, a poucos quilómetros do local onde foi morto Amadeu António. Gadischke lembra-se que, na altura, ficou traumatizado com esta morte violenta. A vítima tinha apenas vinte anos e foi atacada por um grupo de cerca de 50 cidadãos alemães, apenas porque era africano. O caso deu muito que falar, sobretudo porque os processos contra os autores das agressões físicas que levaram à morte do jovem angolano resultaram apenas em sentenças leves dos quatro jovens, condenados por agressão e não por assassinato. Autoridades alemãs não cumpriram promessas O corpo foi enviado para Angola imediatamente depois do assassinato, lembra Dieter Gadischke: "Há pouco tempo viemos a saber que não existe qualquer lápide de pedra ou mármore no cemitério onde Amadeu António foi enterrado. Quando o corpo foi entregue à família em Angola não lhe foi dada qualquer explicação pelas autoridades alemãs”. Isto apesar de ter sido estabelecido pelas autoridades alemãs que havia contas a prestar à família, que devia ainda receber apoio para o enterro e a compra de uma lápide. “Promessas que nunca foram cumpridas”, diz Gadischke, e acrescenta: “Quando o soubemos, pensámos que mais vale tarde do que nunca e decidimos iniciar uma campanha de apoio, para que os familiares de Amadeu António vejam que na Alemanha ainda há gente que não se esqueceu e sente uma certa compaixão. Foi então que nós, como grupo da sociedade civil, decidimos angariar fundos para apoiar a família de Amadeu António e lhe mostrar a nossa solidariedade”. Medidas para precaver futuros ataques racistas Na altura da morte de Amadeu António, a sua companheira alemã estava grávida. Hoje o seu filho tem vinte anos. A iniciativa de Dieter Gadischke, a que aderiram várias dezenas de cidadãos da região situada a cerca de 50 quilómetros de Berlim, muito se esforça por evitar que o caso caia no esquecimento. Uma tarefa nada fácil, salienta Dieter Gadischke: "Em 2006, 16 anos depois da morte de Amadeu António, verificámos que muitos dos jovens da nossa região, que tinham nascido depois dessa tragédia, pouco ou nada sabiam sobre o caso. As conversas que tivemos nas escolas confirmaram que é muito importante informar os jovens sobre o fenómeno do racismo, para que acontecimentos como o de dezembro de 1990 não se repitam”. Para isso foram criados espaços para seminários sobre as vítimas do racismo na Alemanha. O objetivo é fornecer informação aos jovens e dar respostas a todas as questões em aberto, explica Gadischke. Para além de tentar angariar fundos para a família em Angola, o grupo também exige às autoridades alemãs que financiem a construção de um túmulo em pedra no cemitério de Santa Ana, em Luanda, local onde se encontra a campa de Amadeu António. Recorde-se que a família de Amadeu António vive em condições difíceis, no bairro de Rocha Pinto, perto do aeroporto de Luanda. Helena Afonso, mãe do falecido, disse à Deutsche Welle: “Eu não tenho dinheiro para a campa. E não posso ir ao cemitério, porque quando lá vou, só choro”. Autor: António Cascais Edição: Cristina Krippahl / António Rocha |
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Comentários
Muitos angolanos como eu, pouco ou nada sabem sobre isso, também porque o governo que temos, nada faz em reconhecimento dos angolanos vítimas de tragédias inesperadas, senão, de políticos corruptos e endinheirados.
Peço aos historiadores da verdade para não esquecerem essa facto social.
coragem ai meus irmaos.
What we do right now will determine the course of this campaign in the year to come.
It's simple today to make your choice...to CHANGE below is your chance.
Just because we wants an Angola different...despite of the circumstance and where you are....we want's all Angolan man being without fear’s and favour…make it’s right be sure for change... your Change
we wants to directed a mutually solidarity to those youth prisoner in-angola they fight for us...and at the end they are alone & under ZEDú pressure
Make a sure you will donation up 5€ up 15/July 2012 and help start it 2012 right.
BIC GENODEF1LER
IBAN DE53 2859 0075 3123 2604 00
Angolanische Union e.V
Oder( BLZ 250 90 300 Konto 31 23 260 400)
“As nossas cadeias estão cheias de gente que terá cometido pequenos delitos, mas os nossos salões de luxo e os corredores do poder estão pejado de gente que ...se vai apropriando, sem pudor, dos bens e do património público e ninguém os detém. Os polícias não os detêm. É por isso que perderam a alma e deixaram de ter respeito por todos quantos consentiram o suor e lágrimas para transformar a pátria oprimida numa pátria realmente libertada. Chegou a hora de dizermos basta, a delapidação dos nossos recursos….”
É esta a nossa transparência, é esta a verdade que nós queremos. ESTA É A NOSSA LUTA.
Diaspora do something--make a donation up 5€ today...tentes teres confiança pelos Angolanos que mostram as suas cara's... para a busca da liberdade...permanente...