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| MPLA diz que Luanda não será o Cairo |
| Notícias - Política |
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Ouça a reportagem de Agostinho Gayeta em Luanda Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser. O Cairo em Luanda? O MLA diz não temer, em Angola, o que se passa no Norte de África, mas o Governo tem inviabilizado quaisquer tentativas de realização de manifestações no país. Depois das fortes contestações contra os governos dos presidentes da Tunísia, Egipto e Líbia, está a ser convocada através da internet, num email, intitulado “A Nova Revolução do Povo Angolano”, uma manifestação de protesto contra o regime do Presidente da República, a ter lugar a sete de Março, de Cabinda ao Cunene. Ainda não há um rosto visível a assumir a autoria deste acto, o que faz com que muitos cidadãos se resguardem a iniciativa. No email intitulado “A Nova Revolução do Povo Angolano”, exige-se o abandono do poder pelo Presidente angolano para se promoverem mudanças na constituição de forma a abolir as leis que restringem a actividade política em Angola. O MPLA disse, na voz do seu secretário para Informação, que não acredita que situações semelhantes a dos países do norte de África aconteçam na parte sul do continente, em particular em Angola. Rui Falcão Pinto de Andrade sustenta que José Eduardo dos Santos é um factor de estabilidade para o partido no poder e que, ao contrário do Norte de África, mais a Sul há democracias. E apesar de essas democracias, angolana incluída, reconhecem o direito constitucional à manifestaçpoao, o MPLA fezuma advertência à população. Julião Mateus Paulo, “ Dino Matross”, Secretário geral do partido dos camaradas, afirmou que serão tomadas medidas contra quem eventualmente venha a fazer uma manifestação. As ameaças feitas por Dino Matross, segundo comentários em alguns círculos da sociedade angolana, alimentam especulações de que as autoridades darão luz verde as forças da ordem para contraporem eventuais iniciativas. Na semana passada a polícia nacional em Cabinda abortou uma manifestação de jovens em Cabinda que queriam saudar a independência do sul do Sudão. Antes, foi interrompida outra manifestação protagonizada por ex-trabalhadores angolanos na antiga RDA. E no Huambo, um forte contingente policial, inviabilizou uma manifestação convocada pela UNITA, na semana passada. Angola ficou privada do sinal da Internet durante largas horas, desde a tarde da última quarta-feira. A queda do sinal da Internet, afectou sobretudo as páginas sociais. Até ao momento ainda não houve um pronunciamento oficial da parte da Angola TELECOM, empresa angolana de Telecomunicações a esclarecer o sucedido. Algumas fontes avançam que terá sido apenas uma avaria no sistema de fibra óptica para a transmissão dados. Em Setembro, o presidente angolano atinge 32 ano de poder. |
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Comentários
Estamos a espera da hora e sejam conscientes que haverá muito sangue nas ruas de Luanda e em qualquer parte de Angola caso saiam a rua para cometerem essa barbaridade.
A UNITA e os seus dirigentes estão por detrás disso e já temos algumas pessoas identificadas e essas mesmas pessoas pagaram caro derramando o seu sangue no solo pátrio angolano.
Vão levar no focinho !!
Abílio Camalata NUma, Alcides Sakala,Samakuva, vocês não terão como fugir e serão tratados como devem ser tratados.
Ficará na história esse dia !
Estamos preparados para der e vier,
Mas se as recentes kedas te amedrontam e elevam seu espírito à esfervecencia sanguinária, as mais antigas deviam te trazer ao mundo da moderação e à verdade de que "não se deve combater akilo k não se pode mudar"!
Caro amigo, a história é teimosa e pode ser repetitiva para o bem ou não! Só por isso faz sentido o seu estudo! Os mais atentos nunca cairinham numa de Mobutu, Pinochet, Hussein, Ceausescu, ...Cuidado mano!
NOJENTOS, FALSOS E PREVISÍVEIS
Leia mais, e envie esta site aos teus amigos: http://www.revolucaoangola na.webs.com/
abaixo o dino Matross, abaixo o sr josé Eduardo dos Santos, e viva a democracia.
Leia mais: http://www.revolucaoangola na.webs.com/
Devemos ja visitar o largo da independencia.
Entao porque as manifestaçoes e a fome do cambio?
Creio q o MPLA nao deveria escudarse nestas infrastruturas e cinco habitaçoes q estao a erguer.O seu pecado ja vem de longe.
Talvez houve-se ganhado mas a confiança e a bendiçao da populaçao se invertise nos mesmos.Os nossos velhos siguem sem a garantia das suas reformas,os jovens lideram o desemprego,as escolas publicas foram destronadas pelas particulares,a saude,a nao criaçao de fondos para os desempregados,a perdida de fluxos de dinheiros por parte de multinacionais e empresas estrangeiras q com uma politica nacionalista ficariam invertidos em sua maior porcentagem no pais e, assim um listado sem fim.
Por mas q ocultarem a luta magrebi,creio q será coisa de tempo.Enquanto um país da africa negra dar o passo(como fizeram a Tunisia)entao o efecto se estendera e rebentara como polvora na africa subsahariana.O comunismo tb teve este inicio e o fim.
Poderá nao ser beneficioso num principio (ao menos para angola),mas fará q estas almas fomentas de liberdade e mudanças ,provem e constatem q em democracia existe a oportunidade de mudanças quando lideres e partidos nao cumprem com o prometido e as exigencias da populaçao.
Dia 7 todos na rua contra os VAGAMBUNDOS do mpla e o seu ditador ZD.
Não precisamos cá de revolução nenhuma. Quem quizer mudar alguma coisa que o faça nas próximas eleições.
em Angola jamais com os do mpla-pt.
7 DE MARÇO CONTA COMIGO ESTOU DISPOSTOU A SACRIFICAR A VIDA A FAVOR DO POVO
Associated Press: No leste da Líbia, segundo moradores, forças do exército de elite da Brigada Khamis mudou-se para Benghazi, Bayda e várias outras cidades,. Foram acompanhados de milícias que parecem incluir mercenários estrangeiros, pois várias testemunhas relataram que milicias de língua francesa, que se acredita ser tunisinos ou africanos subsarianos, estäo entre as milicias que trajam uniformes azuis e capacetes amarelos. A Brigada Khamis é liderada por Khamis Kadafi, filho de Khadafi, e segundo o memorando vazado pela Wikileaks esta força é considerada como uma "força melhor treinada e equipada, que os militares da Líbia". Por outro lado a al-Jazeera noticiou hoje que há relatos de várias delegacias e escritórios do governo a serem neste momento incendiados na região leste de Benghazi. Também ha informacoes de que a estação de rádio estatal nesta cidade foi também incendiada.
2. Cidade de Bayda
Em Bayda, ha relatos de testemunhas afirmando que Polícia e manifestantes parecem ter se unido no protesto. Moradores referem que reforços de tropas entraram na cidade junto com milicianos. Os soldados porem mantiveram-se à distância, às vezes usando francoatiradore s para tentar dispersar os manifestantes, enquanto as milicias estavam a atacar directamente os manifestantes com facas e armas automáticas, segundo moradores. Várias testemunhas disseram que a polícia local, que pertence à mesma tribo, dos moradores, uniu-se aos manifestantes para combater as milícias e conseguiram expulsá-los de muitos bairros. Os manifestantes destruiram uma pista da base aérea militar com tratores e atearam fogo às delegacias de polícia desta cidade. "Neste momento esses mercenários estão escondidos nas florestas. Ouvimos os tiros o tempo todo", disse uma testemunha. "Não temos água, não temos eletricidade. Eles bloquearam vários sites."
Estamos a espera da hora e sejam conscientes que haverá muito sangue nas ruas de Luanda e em qualquer parte de Angola caso saiam a rua para cometerem essa barbaridade.
A UNITA e os seus dirigentes estão por detrás disso e já temos algumas pessoas identificadas e essas mesmas pessoas pagaram caro derramando o seu sangue no solo pátrio angolano.
Vão levar no focinho !!
Abílio Camalata NUma, Alcides Sakala,Samakuva, vocês não terão como fugir e serão tratados como devem ser tratados.
Ficará na história esse dia !
Estamos preparados para der e vier que a vossa morte será um facto consumado.
JOSE EDUARDO DOS SANTOS!!! FORA DO PODER!!!!!
MPLA GATUNOS FORA do PODER!!!!!!
Comparando cada um, a Forbes definiu o poder em quatro dimensões: o número de pessoas sobre quem se exerce influência para os chefes de Estado, o número de crentes no caso das figuras religiosas, o número de empregados para o caso dos empresários e CEO´s, o tamanho da audiência para o caso dos figuras ligadas à comunicação social.
E Barak Obama não está em primeiro lugar. O Presidente dos EUA foi ultrapassado pelo seu homólogo chinês. Da lista completa, mostramos-lhe apenas 20.
De referir que a lista não contempla nenhum africano. O nome mais "africano" dos eleitos é Oprah Winfrey, que está no lugar 64 da lista, dominada por políticos. Destaque para Julian Assange que ocupa o último posto dos 68. O fundador da Wikileaks é o mais novo da lista com 40 anos, em contraponto com Abdullah bin Abdul Aziz al Saud, Rei da Arábia Saudita, o mais velho de todos com 86 anos
Confira a lista:
Ranking Nome Organização Idade
1 Hu Jintao Hu Jintao Presidente da República Popular da China 68
2 Barack Obama Barack Obama Presidente dos Estados Unidos da América 49
3 Abdullah bin Abdul Aziz al Saud Abdullah bin Abdul Aziz al Saud Rei da Arábia Saudita 86
4 Vladimir Putin Vladimir Putin Primeiro-Minist ro da Rússia 58
5 Pope Benedict XVI Papa Bento XVI Igreja Católica Romana 83
6 Angela Merkel Angela Merkel Chanceller da Alemanha 56
7 David Cameron David Cameron Primeiro-Minist ro do Reino Unido 44
8 Ben BernankeBen Bernanke Presidente da Reserva Federal dos EUA 57
9 Sonia Gandhi Sonia Gandhi Presidente do Congresso Nacional da Índia 64
10 Bill Gates Bill Gates Co-Presidente da Fundação Bill & Melinda Gates 55
11 Zhou Xiaochuan Zhou Xiaochuan Governador do Banco Popular da China 63
12 Dmitry Medvedev Dmitry Medvedev Presidente da Rússia 45
13 Rupert Murdoch Rupert Murdoch CEO News Corp. 79
14 Silvio Berlusconi Silvio Berlusconi Primeiro-Minist ro da Itália 74
15 Jean-Claude Trichet Jean-Claude Trichet Presidente do Banco Central Europeu 68
16 Dilma Rousseff Dilma Rousseff Presidente do Brazil 63
17 Steve Jobs Steve Jobs CEO da Apple 55
18 Manmohan Singh Manmohan Singh Primeiro-Minist ro da Índia 78
19 Nicolas SarkozyNicolas Sarkozy Presidente da França 56
20 Hillary Clinton Hillary Clinton Secretária de Estado dos EUA 63
Porque não deixem as pessoas se manifestarem? Será que tudo está e vai bem em Angola?
Um conselho para os dirigentes do MPLA eu acho que o MPLA é uma Partido histórico só que falhou em 1975 aceitar o pluralismo de ideias ao invés do monolismo de ideais e envenenar o programa mínimo e maior com a doutrina marxista-lenini sta e os outros não tinham um bom projecto de sociedade.
CONSELHO: Se o MPLA pretende manter ou aumentar o número de assentos o próximo ano eleitoral tem de concluir com as promessas feitas no programa eleitoral, moção de estratégia.
O desemprego, a corrupção, o fácil enriquecimento dos detentores do PP (poder político) a pobreza, baixo salários, reajustamento salarial falsificado, reformas de mais variados órgãos da Administração Angolana. Etc. Ganhar vai para mais um ano em 2012 mas haverá equilíbrio na legislativa em número de assento/bancadas onde obrigarão muitos deputados não faltarem às sessões especiais. É, uma profecia que advirto aos políticos angolanos e não só! Por isso, não interessa oprimir ou impedir uma manifestação como o sonho de Luther King se realizou eu também tenho um sonho, eu sonho que um dia será uma nação onde a discriminação, o abuso do poder, a violação de direitos humanos, a intimidação, a opressão, a preseguição e muito mais não fará parte na vivência dos Angolanos. Eu sonho que um dia haverá uma similar comissão da verdade, sonho numa verdadeira justiça social, sonho que numa despartidarização das instituições públicas e descentralização e desconcentração verdadeira da Administração Pública e uma real independências dos órgãos forenses.
Em fim, mas os partidos que almejam o PP em Angola tem de aprender e tirar lição e ler bem os sinais da governação do MPLA.
FELIZ É A NAÇÃO CUJO DEUS É O SENHOR!
TODA ALMA ESTEJA SUJEITA ÀS AUTORIDADES SUPERIORES; PORQUE NÃO HÁ AUTORIDADE QUE NÃO VENHA DE DEUS; E AS AUTORIDADES QUE HÁ FORAM ORDENADAS POR DEUS.
POR ISSO, QUEM RESISTE À AUTORIDADE RESISTE À ORDENAÇÃO DE DEUS; E OS QUE RESISTEM TRARÃO SOBRE SI MESMOS A CONDENAÇÃO.
Apostolo Paulo, se estivesse em vida faríamos debate acérrimo e aceso deste Romano 13 e o David também talves ao Salmodiar a infelicidade de uma nação cujo, Deus não é o Senhor, será que Angola é uma nação em que Deus é o Senhor? Os Cristão Angolanos e não só ajudai-me a enquadrar e situar-me para que eu tenha a certeza porque tenho dúvidas e tenho mesmo que duvidar para eu poder ter certezas, dizia um Filósofo Rene Descartes: A DÚVIDA É UMA ESPÉCIE DE ÁCIDO QUE CORRÓI O ERRO, QUEM NÃO DUVIDA NÃO PODE TER CERTEZA!
Tenho dito!
fora fora fora fora do poder agora e já
È Certo que a governação de JES em partes é negativa devido ao desnível existentes entre os pobres e os ricos. Tendo a proeza de eliminarmos o maior obstáculo para o desenvolvimento do País, Unita e o seu líder o maior assassino na história de Angola superando Holden Roberto e Agostinho Neto ,JES ao invés de aplicar o esforço para a extinção da Unita politicamente através da melhoria das condições de vida social da população ,não ,resolveu em companhia de uma minoria enriquecerem-se ,deixando aqueles que sempre estiveram ao seu lado para destronar a Unita em péssimas condições. Em resultado do que está a acontecer ao mundo Árabe, os ventos tendem a soprar para Angola, só que em condições diferentes e explico porque é:
A Unita na intenção de fazer uma luta tribal e racial partindo pontes , destruição maciça e massiva do País não fez senão cavar a sua a sua sepultura. Tal como o assassino do Savimbi deu bandeira a favor do Mpla, hoje JES faz o inverso dando espaço para que a Unita ressurja depois de atravessar o deserto. Mesmo assim, para este povo as atrocidades cometidas pela Unita jamais serão esquecidas e os membro da Unita só se encontram no estado em que estão devido ao salvador da Unita JES.O povo tem por parte razão em reivindicar os seus direitos mais elementares porque mesmo pelo facto de não querermos a Unita hoje e amanhã no poder ,não dá o direito de alguns trungungueiros no Mpla darem-se ao luxo de dizer que tudo está bem , é mentira, porque mesmo dentro da franja do nosso glorioso há vozes discordantes com a estúpida governação de JES e seus bajulado. De facto a Unita está a incentivar a rebelião esquecendo-se ela que estarão dentro do fogo cruzado porque terão que pagar o mal que fizeram a este povo. Queremos derrotar o cidadão JES então fazemo-lo nas urnas porque na rebelião perderá muito mais a Unita do que JES. Este povo principalmente de Luanda pode ser contra o Mpla, mas na hora da verdade unem-se em torno do Mpla, que diga o bandido do Bock se respirasse.
Dia 7 de Março que apareçam só os gajos da Unita para a desforra total com Samacuva,Gato,Alcides horacio Jujunvile oi trombose do maluca ,o kilmbo kiassa,makuta etc.
Bloqueados 100 milhões de dólares do Presidente Angolano
"Há dez anos que os tribunais suíços iniciaram um longo processo para bloquear os fundos depositados nos seus bancos por ditadores e políticos corruptos de todo o mundo, cujas fortunas, por vezes colossais, foram obtidas através da espoliação de bens públicos pertencentes aos povos que governam, usando para tal os mais diversos expedientes de branqueamento de capitais.
O processo começou em 1986 com a devolução às Filipinas de 683 milhões de dólares roubados por Ferdinando Marcos, bem como a retenção dos restantes 356 milhões que constavam das suas contas bancárias naquele país. Prosseguiu depois com o bloqueamento das contas de Mobutu e Benazir Bhutto. Mais tarde, em 1995, viria a devolução de 1236 milhões de euros aos herdeiros das vítimas judias do nazismo.
Com a melhoria dos instrumentos legais de luta contra o branqueamento de capitais, conseguida em 2003 (também em nome da luta contra o terrorismo), os processos têm vindo a acelerar-se, com resultados evidentes: 700 milhões de dólares roubados pelo ex-ditador Sani Abacha são entregues à Nigéria em 2005; dos 107 milhões de dólares depositados em contas suíças pelo chefe da polícia secreta de Fujimori, Vladimiro Montesinos, 77 milhões já regressaram ao Peru e 30 milhões estão bloqueados; os 7,7 milhões de dólares que Mobutu depositara em bancos suíços estão a caminho do Zaire; mais recentemente, foram bloqueadas as contas do presidente angolano José Eduardo dos Santos, no montante de 100 milhões de dólares.
É caso para dizer que os cleptocratas deste mundo vão começar a ter que pensar duas vezes antes de espoliarem os respectivos povos. É certo que há mais paraísos fiscais no planeta, mas também é provável que o exemplo suíço contagie pelo menos a totalidade dos off-shores sediados em território da União Europeia, diminuindo assim drasticamente o espaço de manobra destas pandilhas de malfeitores governamentais.
No caso que suscitou este texto, o bloqueamento de 100 milhões de dólares depositados em contas de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola há 27 anos, pergunta-se: que fez ele para se tornar o 10º homem mais rico do planeta (segundo a revista Forbes)? Trabalhou em quê para reunir uma fortuna calculada em 19,6 mil milhões de dólares?
Usou-se o poder para espoliar as riquezas do povo que governa, deixando-o a viver com menos de dois dólares diários, que devem fazer os países democráticos perante tamanho crime de lesa humanidade?
Olhar para o outro lado, em nome do apetite energético?
Que autoridade terá, se o fizerem, para condenar as demais ditaduras e estados falhados?
Olhar para o outro lado, neste caso, não significa colaborar objectivamente com a sobre-exploração indigna do povo angolano e a manutenção de um status quo anti-democrático e corrupto que apenas serve para submeter a esmagadora maioria dos angolanos a uma espécie de domínio tribal não declarado?
Na Wikipedia lê-se:
"Os habitantes de Angola são, em sua maioria, negros (90%), que vivem ao lado de 10% de brancos e mestiços. A maior parte da população negra é de origem banta, destacando-se os quimbundos, os bakongos e os chokwe-lundas, porém o grupo mais importante é o dos ovimbundos. No Sudoeste existem diversas tribos de box imanes e hotentotes. A densidade demográfica é baixa (8 habitantes por Km quadrado) e o índice de urbanização não vai além de 12%.
Os principais centros urbanos, além da capital, são Huambo (antiga Nova Lisboa), Lobito, Benguela, e Lubango (antiga Sá da Bandeira). Angola possui a maior taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) e de mortalidade infantil do mundo.
Apesar da riqueza do país, a sua população vive em condições de extrema pobreza, com menos de 2 dólares americanos por dia." O recente entusiasmo que acometeu as autoridades governamentais e os poderes fácticos portugueses relativamente ao "milagre angolano" (crescimento na ordem dos 21% ao ano) merece assim maior reflexão e, sobretudo, alguma ética de pensamento.
Os fundos comunitários europeus aproximam-se do fim.
Os portugueses, entretanto, não foram capazes de preparar o país para o futuro difícil que se aproxima. São muito pouco competitivos no contexto europeu. As suas elites políticas, empresariais e científicas são demasiadamente fracas e dependentes do estado clientelar que as alimenta e cuja irracionalidade por sua vez perpetuam irresponsavelme nte, para delas se poder esperar qualquer reviravolta estratégica.
Quem sabe fazer alguma coisa e não pertence ao bloco endogâmico do poder vai saindo do país para o resto de uma Europa que se alarga, suprindo necessidades crescentes de profissionais nos países mais desenvolvidos (que por sua vez começam a limitar drasticamente as imigrações ideologicamente problemáticas): Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Noruega...
No país chamado Portugal vão assim ficando os velhos, os incompetentes e preguiçosos, os indecisos, os mais fracos, os ricos, os funcionários e uma massa amorfa de infelizes agarrados ao futebol e às telenovelas, que mal imaginam a má sorte que os espera à medida que o petróleo for subindo dos 60 para 100 dólares por barril, e destes para os 150, 200 e por aí a fora...
A recente subida em flecha do petróleo e do gás natural (mas também do ouro, dos diamantes e do ferro) trouxe muitíssimo dinheiro à antiga colónia portuguesa.
Seria interessante saber que efeitos esta subida teve na conta bancária do Sr. José Eduardo dos Santos.
E que efeitos teve, por outro lado, nas estratégias de desenvolvimento do país. O aumento da actividade de construção já se sente no deprimido sector de obras e engenharia português. As empresas, os engenheiros e os arquitectos voam como aves sedentas de Lisboa para Luanda. É natural que o Governo português, desesperado com a dívida... e com a sombra cada vez mais pesada dos espanhóis pairando sobre os seus sectores económicos estratégicos, se agarre a qualquer aparente tábua de salvação.
E os princípios?
E a legalidade?
Se a saída do ditador angolano estiver para breve, ainda se poderá dizer que a estratégia portuguesa é, no fundo, uma estratégia para além de José Eduardo dos Santos. Mas se não for assim, e pelo contrário viermos a descobrir uma teia de relações perigosas ligando a fortuna ilegítima de José Eduardo dos Santos a interesses e instituições sediados em Lisboa (1), onde fica a coerência de Portugal?
Micheline Calmy-Rey, Ministra suíça dos Negócios Estrangeiros, veio lembrar a todos os europeus que tanto é ladrão o que rouba como o que fica à espreita ou cobra comissões das operações criminosas."
Afinal agora descubrimos que o MPLA é uma mafia neocolonialista que nao ama o povo angolano e que esta disposto a nos matar para se manter no poder .
Povo angolano , é isso que nos queremos ?
NAOOOOOOOOOOOOO OOOO !!!!
Chegou a hora de dizer basta ao regime de ditadura de José Eduardo dos Santos !!!
Angola é gerida por criminosos !
Ultimamente tem aparecido algumas mensagens desarticuladas pela internet apelando a realizacao de manifestacoes contra o Governo em Angola no proximo dia 7 de Marco do corrente ano.
Queremos deixar aqui bem claro que se sabe sobejamente que por tras dessa tentativa de disturbios esta a unita e restos da fnla e alguns elementos separatistas frustrados ao servico de interesses estrangeiros. Esses individuos como era de se esperar agitam a bandeira do racismo e tribalismo para tentarem arrastar alguns incautos cidadaos na sua aventura pela TOMADA DO PODER em Angola.
Nao poderam, no passado, tomar o poder pela forca das armas pretendem tentar agora atraves de disturbios arruaceiros, nao sera esse o melhor caminho asseguramo-vos!
Semear o caos para assim chegarem aos vossos objectivos inconfessaveis nao eh aconselhavel pois tais actos poderao ter consequencias incalculaveis com vitimas que poderemos todos lamentar mais tarde!
O Partido MPLA eh indiscutivelmen te a maior forca politica em Angola e em caso de uma aventura do genero os seus abnegados militantes cerrariam filas pela defesa das conquistas da nossa independencia.
O MPLA proclamou a independencia de Angola em 1975, terminado o longo periodo da guerra fria protagonizou a necessaria abertura politica e democratica tornando realidade o multipartidaris mo, conduziu a guerra, dobrou o inimigo trazendo a paz, reiniciou a reconstrucao do Pais e esse mesmo MPLA sob direccao do Presidente Jose Eduardo dos Santos, fazendo a devida leitura dos sinais dos tempos sabera na devida altura realizar eventuais mudancas politicas tendentes a adaptar o Pais as exigencias e demandas dos tempos modernos que hoje vivemos!
"Suíça ameaça cleptocracia mundial"
Bloqueados 100 milhões de dólares do Presidente Angolano
"Há dez anos que os tribunais suíços iniciaram um longo processo para bloquear os fundos depositados nos seus bancos por ditadores e políticos corruptos de todo o mundo, cujas fortunas, por vezes colossais, foram obtidas através da espoliação de bens públicos pertencentes aos povos que governam, usando para tal os mais diversos expedientes de branqueamento de capitais.
O processo começou em 1986 com a devolução às Filipinas de 683 milhões de dólares roubados por Ferdinando Marcos, bem como a retenção dos restantes 356 milhões que constavam das suas contas bancárias naquele país. Prosseguiu depois com o bloqueamento das contas de Mobutu e Benazir Bhutto. Mais tarde, em 1995, viria a devolução de 1236 milhões de euros aos herdeiros das vítimas judias do nazismo.
Com a melhoria dos instrumentos legais de luta contra o branqueamento de capitais, conseguida em 2003 (também em nome da luta contra o terrorismo), os processos têm vindo a acelerar-se, com resultados evidentes: 700 milhões de dólares roubados pelo ex-ditador Sani Abacha são entregues à Nigéria em 2005; dos 107 milhões de dólares depositados em contas suíças pelo chefe da polícia secreta de Fujimori, Vladimiro Montesinos, 77 milhões já regressaram ao Peru e 30 milhões estão bloqueados; os 7,7 milhões de dólares que Mobutu depositara em bancos suíços estão a caminho do Zaire; mais recentemente, foram bloqueadas as contas do presidente angolano José Eduardo dos Santos, no montante de 100 milhões de dólares.
É caso para dizer que os cleptocratas deste mundo vão começar a ter que pensar duas vezes antes de espoliarem os respectivos povos. É certo que há mais paraísos fiscais no planeta, mas também é provável que o exemplo suíço contagie pelo menos a totalidade dos off-shores sediados em território da União Europeia, diminuindo assim drasticamente o espaço de manobra destas pandilhas de malfeitores governamentais.
No caso que suscitou este texto, o bloqueamento de 100 milhões de dólares depositados em contas de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola há 27 anos, pergunta-se: que fez ele para se tornar o 10º homem mais rico do planeta (segundo a revista Forbes)? Trabalhou em quê para reunir uma fortuna calculada em 19,6 mil milhões de dólares?
Usou-se o poder para espoliar as riquezas do povo que governa, deixando-o a viver com menos de dois dólares diários, que devem fazer os países democráticos perante tamanho crime de lesa humanidade?
Olhar para o outro lado, em nome do apetite energético?
Que autoridade terá, se o fizerem, para condenar as demais ditaduras e estados falhados?
Olhar para o outro lado, neste caso, não significa colaborar objectivamente com a sobre-exploração indigna do povo angolano e a manutenção de um status quo anti-democrático e corrupto que apenas serve para submeter a esmagadora maioria dos angolanos a uma espécie de domínio tribal não declarado?
Na Wikipedia lê-se:
"Os habitantes de Angola são, em sua maioria, negros (90%), que vivem ao lado de 10% de brancos e mestiços. A maior parte da população negra é de origem banta, destacando-se os quimbundos, os bakongos e os chokwe-lundas, porém o grupo mais importante é o dos ovimbundos. No Sudoeste existem diversas tribos de box imanes e hotentotes. A densidade demográfica é baixa (8 habitantes por Km quadrado) e o índice de urbanização não vai além de 12%.
Os principais centros urbanos, além da capital, são Huambo (antiga Nova Lisboa), Lobito, Benguela, e Lubango (antiga Sá da Bandeira). Angola possui a maior taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) e de mortalidade infantil do mundo.
Apesar da riqueza do país, a sua população vive em condições de extrema pobreza, com menos de 2 dólares americanos por dia." O recente entusiasmo que acometeu as autoridades governamentais e os poderes fácticos portugueses relativamente ao "milagre angolano" (crescimento na ordem dos 21% ao ano) merece assim maior reflexão e, sobretudo, alguma ética de pensamento.
Os fundos comunitários europeus aproximam-se do fim.
Os portugueses, entretanto, não foram capazes de preparar o país para o futuro difícil que se aproxima. São muito pouco competitivos no contexto europeu. As suas elites políticas, empresariais e científicas são demasiadamente fracas e dependentes do estado clientelar que as alimenta e cuja irracionalidade por sua vez perpetuam irresponsavelme nte, para delas se poder esperar qualquer reviravolta estratégica.
Quem sabe fazer alguma coisa e não pertence ao bloco endogâmico do poder vai saindo do país para o resto de uma Europa que se alarga, suprindo necessidades crescentes de profissionais nos países mais desenvolvidos (que por sua vez começam a limitar drasticamente as imigrações ideologicamente problemáticas): Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Noruega...
No país chamado Portugal vão assim ficando os velhos, os incompetentes e preguiçosos, os indecisos, os mais fracos, os ricos, os funcionários e uma massa amorfa de infelizes agarrados ao futebol e às telenovelas, que mal imaginam a má sorte que os espera à medida que o petróleo for subindo dos 60 para 100 dólares por barril, e destes para os 150, 200 e por aí a fora...
A recente subida em flecha do petróleo e do gás natural (mas também do ouro, dos diamantes e do ferro) trouxe muitíssimo dinheiro à antiga colónia portuguesa.
Seria interessante saber que efeitos esta subida teve na conta bancária do Sr. José Eduardo dos Santos.
E que efeitos teve, por outro lado, nas estratégias de desenvolvimento do país. O aumento da actividade de construção já se sente no deprimido sector de obras e engenharia português. As empresas, os engenheiros e os arquitectos voam como aves sedentas de Lisboa para Luanda. É natural que o Governo português, desesperado com a dívida... e com a sombra cada vez mais pesada dos espanhóis pairando sobre os seus sectores económicos estratégicos, se agarre a qualquer aparente tábua de salvação.
E os princípios?
E a legalidade?
Se a saída do ditador angolano estiver para breve, ainda se poderá dizer que a estratégia portuguesa é, no fundo, uma estratégia para além de José Eduardo dos Santos. Mas se não for assim, e pelo contrário viermos a descobrir uma teia de relações perigosas ligando a fortuna ilegítima de José Eduardo dos Santos a interesses e instituições sediados em Lisboa (1), onde fica a coerência de Portugal?
Micheline Calmy-Rey, Ministra suíça dos Negócios Estrangeiros, veio lembrar a todos os europeus que tanto é ladrão o que rouba como o que fica à espreita ou cobra comissões das operações criminosas."
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VISTO DE FORA
Luanda é um luxo para poucos, por Bruno Garschagen *
A revista "Foreign Policy" saudava Angola por seu "espectacular
crescimento económico". Estive em Luanda no final da semana passada e
o que vi foi um estado policial e muita miséria.
Você reconhece essa nação? O título da publicidade em formato de
reportagem que a revista "Foreign Policy" publicou em sua edição de
Maio/Junho saudava Angola por seu "espectacular crescimento
económico". Por sua segurança e estabilidade política. Por seu poder
regional para promover a paz. Quem pode duvidar de um país turbinado
pela indústria petrolífera?
Estive em Luanda no fim da semana passada para uma série de encontros
pelo OrdemLivre.org, o programa lusófono da Atlas Economic Research
Foundation em parceria com o Cato Institute. É a cidade mais cara em
que já pus meus pés. Não há calçadas para pôr os pés. Não há espaços
nas ruas para tantos carros. Os veículos novos e importados driblam o
tráfego intenso e a miséria que bate nos vidros em busca de clientes
para produtos chineses de marcas famosas. Ou de uma mera esmola que
drible a fome.
Luanda parece recém-saída de um terramoto. Construções decadentes são
a moldura trágica para os poucos prédios novos e para as construções
em curso. O lixo espalha-se no chão como folhas da relva. A cidade
cheira mal.
O transporte público é precário. Autocarro é um luxo reduzido e irregular.
Não há táxi. Quem tem dinheiro aluga um carro com motorista. Quem não
tem anda espremido em carrinhas lotadas. Ou a pé. Foi o que fiz.
Os pobres de Luanda vagam pelas esquinas. Grupos de homens
concentram-se em vários pontos da capital. Os trabalhos disponíveis
exigem qualificação.
Muitos deles nem sequer sabem ler ou escrever. A taxa de iliteracia é
de 32,6%, segundo o CIA World Factbook.
Luanda é um estado policial. É mais simples obter um visto de entrada
para a China comunista. Quase mediram meu crânio e contaram meus
dentes. No aeroporto, os sempre gentis funcionários da imigração olham
com aquele semblante de vampiro esfomeado. No hotel, um formulário do
governo solicita-me informações pessoais e objectivo da visita. Um
gesto de boas-vindas um tanto excêntrico. A despedida? Guardas no
aeroporto confiscaram todas as notas da moeda local. Não, não deram
factura.
Estabilidade política? Como não? O presidente José Eduardo dos Santos
está no poder desde 1979. Não vejo outra forma de garantir a
estabilidade do que se manter no poder durante 30 anos. E daí? Vendo
fotos de Luanda na década de 1970 e lembrando o que vi pessoalmente há
alguns dias é impossível não pensar nas virtudes da estabilidade
adquirida naquele país por aquela elite política.
Parte do país vai muito bem, obrigado. Mora em condomínios fechados
afastados da miséria do centro. São os beneficiários do "espectacular
crescimento económico" que perverte a ideia de um desenvolvimento cuja
riqueza permite que grande parte da população saia da miséria.
O estado angolano exerce o monopólio da actividade económica e decide
quem poderá desfrutar das benesses do sector petrolífero. O mercado,
lá, não existe. Na lista de 141 países do Índice de Liberdade
Económica do Fraser Institute, Angola aparece na penúltima posição.
Notável.
As riquezas naturais de um país sob um governo autocrático funcionam
como um muro perverso entre o Estado e a sociedade. Se o orçamento do
governo não advém da riqueza produzida pela sociedade, a população
perde o poder de pressão sobre a elite política. É convertida num
estorvo que deve ser controlado.
A população ainda carrega no espírito e no corpo a desolação da guerra
civil, encerrada há apenas sete anos. A riqueza exibida pelos poucos é
um apelo muito forte entre os jovens desafortunados. É natural que
prefiram integrar a elite a lutar por mudanças políticas que
beneficiem os indivíduos e não apenas um grupo protegido pelo Estado.
Mas há uma minoria que nos permite alimentar a esperança, mesmo que a
longo prazo, de reforma do statu quo. São estudantes, professores,
jornalistas, advogados, intelectuais, que trabalham de forma isolada
ou articulada para "desprivatizar" o governo angolano. São indivíduos
que, no futuro, poderão repetir a mesma pergunta sem qualquer ponta de
ironia: "Você reconhece essa nação?"
* Jornalista brasileiro e mestrando em Ciência Política e Relações
Internacionais no IEP/UC
FONTE "FOREIGN POLICY" Report do Senador Carl Levin (D-MI). O documento em formato pdf esta disponivel online para quem quiser se informar mais e saber o porque e que Angola hoje nao tem conta bancaria nos EUA.
The last of our case histories involves Angola and targets accounts used by an Angolan arms dealer, the former head of the Angolan Central Bank, and a private bank that caters to PEPs. Pierre Falcone is a notorious arms dealer who is a close associate of Angolan President Jose Eduardo Dos Santos, having supplied him with weapons during Angola’s civil war in violation of the U.N. arms embargo. He has a long history of run-ins with the law, was incarcerated for a year in 2000, was a fugitive from a 2004 global arrest warrant, and is now serving a 6-year prison term in France. Yet between 1989 and 2007, Mr. Falcone had more than 30 U.S. accounts at a Bank of America branch in Scottsdale, Arizona. Bank of America never designated him a PEP even though he was an Angolan Ambassador, and never designated his accounts at high-risk of money laundering, despite the rivers of offshore money moving through them.
A second Angolan, Aguinaldo Jaime, was head of Angola’s Central Bank in 2002, when he tried twice to transfer million in Angolan government funds to private U.S. accounts. The transfers were initially allowed, then reversed when bank or securities firm personnel got suspicious. As a result of those transfers and the corruption concerns they raised, Citibank closed its accounts for the Angolan central bank and all other Angolan government entities. In contrast, another bank testifying here today, HSBC, not only continues to provide U.S. correspondent accounts to the Angolan Central Bank, but also may be supplying the Central Bank with offshore accounts in the Bahamas. A Central Bank of a nation with offshore accounts? That’s a new one on me.
Finally, Banco Africano de Investimentos, or BAI, is a billion Angolan private bank whose largest shareholder is Angola’s state-owned oil company and which caters to PEP clients. Over the last decade, BAI has gained access to the U.S. financial system through accounts at HSBC in New York. Despite the presence of PEPs in BAI’s management and clientele, and despite the fact that BAI has hidden owners and has failed to provide a copy of its anti-money laundering procedures to HSBC despite multiple requests, HSBC continues to provide the BAI bank with ready access to the U.S. financial system.
How can the United States tell other countries to stop the flow of illegal money, when we don’t do a better job of it within our own borders? Each of these case studies exposes loopholes and gaps in our financial regulations that have been exploited to hide, launder, and invest foreign corruption proceeds in the United States.
It doesn’t have to be that way. There is a lot more that can be done to combat foreign corruption. The first step is to implement stronger PEP controls as laid out in a recent World Bank report. That includes requiring banks to use reliable databases to screen clients for PEPs, requiring beneficial ownership forms for all accounts so hidden PEPs are exposed, and conducting annual reviews of PEP accounts to detect suspicious activity. A related measure, which this Subcommittee has been pushing for years, is to require persons setting up U.S. shell companies to identify the beneficial owners to the states handling the incorporations.
"Esta manifestacao e' de caracter progressista, civico e socialmente abragente,e que vise criar condicoes para eleger democraticament e um governo de cidadaos Angolanos com as maos limpas de sangue e de vigarices, que governe Angola para todos os Angolanos, sejam eles de que linhagens forem".
Esta frase agora tornada slogan duma organização designada "A Nova Revolução do Povo Angolano", disseminada através do "http://www.revolucaoangola na.webs.com/", é retirada sem minha permissão dum considerando meu no contexto dum comentário meu aqui no ANGOLA 24 HORAS, acerca da notícia publicada a 18 de Fevereiro sob o Titulo “Há quem queira repetir o mundo árabe em Angola a 7 de Março”.
Desde já esclareço que eu não faço parte daquela nem de nenhuma outra organização política e informo que não tenho nada a ver com nenhuma manifestação em lado nenhum de Angola ou do mundo.
Fico lisonjeado que a minha mensagem tenha passado, mas estou céptico quanto à sua utilização, pois duvido que quem a está a utilizar o esteja fazendo no sentido literal.
Se repararem ao utilizarem a tónica da minha opção C), deram erros ortográficos e não alteraram os tempos verbais tornando a frase fica descontextualiz ada naquele Slogan. E na ordem de trabalhos não vem nenhuma regra que exija que a manifestação seja pacífica e não conotada com nenhum propósito de não agressão.
Por favor, não me envolvam directa ou indirectamente na morte de NENHUM angolano.
Eu já me retirei dos comentários por estar desapontado com a sede de sangue e ódio patente na maior parte dos internautas destes portais.
QUE DEUS PROTEJA OS ANGOLANOS.
e não conotada com nenhum propósito agressivo
OS americanos podem falar o que desejarem angola eh dos angolanos, e seremos nos os angolanos a resolver os nossos problemais. Se em 1992 houve ou nao democracia isso ja nao nos interessa. Hoje o que nos interessa eh dizer BASTA. Se em 27 de maio, mataram ou nao muitos dos nossos pais, isso hoje eh inrelevante o mais importante eh fazer para o sacrificio e as continuadas mortes incomendadas pelo regime do Sr, Santos. Se ele dizer que nao vai se recandidatar, se ele nao por o seu filho como substituto, se ele RESPEITAR os angolanos de certeza nem sera necessario mafestarmo-nos. mas sem isso a saida sera combate-lo, ir a rua contra o regime para SALVARMOS pelo menos as geracoes vindouras.
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