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Angola piora 3 posições no ranking sobre corrupção no setor público

Angola piora 3 posições no ranking sobre corrupção no setor público
Numa tabela de 180 países sobre o Índice de Percepção da Corrupção, Angola ocupa agora o 167.º lugar, depois de, no ano passado, ter ficado na 164.ª posição. O último lugar é ocupado por um país da África subsariana, a Somália. E nenhum país desta região está bem colocado na tabela.

Em relação aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), Cabo Verde continua a ser o melhor classificado, ocupando a 48ª. posição com 55 pontos em 100 possíveis, seguido de São Tomé (64), Moçambique, na 153.ª posição e por fim, a Guiné Bissau no 171.º posto.

Portugal mantém a 29.ª posição entre 180 países no 'ranking' de 2017 sobre níveis de corrupção no setor público elaborado pela Transparency International (TI), ao obter uma pontuação de 63 pontos em 100 possíveis.

O Brasil teve uma forte piora no ranking que avalia a percepção da corrupção no mundo divulgado pela Transparência Internacional nesta quarta-feira. O país caiu 17 posições em comparação ao ano anterior e ocupa o 96° lugar na lista de 2017, que avaliou a corrupção do setor público em 180 países. Na escala que vai de zero (mais corrupto) a 100 (menos corrupto), o Brasil aparece com 37 pontos, três a menos que em 2016.

A Nova Zelândia (com 89 em 100) e a Dinamarca (88) continuam nos primeiros lugares, mas trocam de posição.

Ao nível das regiões, a que conseguiu melhor desempenho foi o conjunto de países da Europa Ocidental, com uma pontuação média de 66. As regiões com pior desempenho são a África Subsaariana (pontuação média 32) e a Europa Oriental e Ásia Central (34).

Dos 180 países que compõe o 'ranking', a Somália continua a ser o último classificado com apenas nove pontos, antecedida pelo Sudão do Sul, com 12, e pela Síria, com 14 pontos.

O Índice de Perceções de Corrupção, publicado anualmente pela TI, é o principal indicador global sobre os níveis de corrupção no setor público de cada país, medidos a partir das perceções de especialistas externos e de organizações internacionais.

Last modified onQuinta, 22 Fevereiro 2018 02:00

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