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Dr Mário Freitas: O pilar central para a ascensão de uma ordem dos médicos forte e coesa

Dr Mário Freitas: O pilar central para a ascensão de uma ordem dos médicos forte e coesa

Há vozes que correm à uma velocidade que expressa o convir de espalhar pelo mundo fora, uma boa nova, segundo a qual, a nomeação de um novo bastonário da ordem dos médicos, é um facto capital. Esta classe, apela ao socorro de um novo líder, cujas faculdades pessoais, são depositárias de habilidades intelectuais e acadêmicas, que permitam o surgimento de uma nova dinâmica no seio da ordem dos Médicos de Angola, no âmbito da afirmação da classe médica, face aos novos desafios do País, dando lugar à edificação de uma nova atmosfera, para que o exercício da profissão médica, seja visto num panorama digno de respeito e aplausos, no círculo do entoar de vozes de origem popular.

Por João Henrique Hungulo

PERFIL DO PROFESSOR DOUTOR MÁRIO FREITAS COMO POSSÍVEL FUTURO PATRONO DA ORDEM DOS MÉDICOS DE ANGOLA

O Professor Doutor Mário Freitas, é um Médico de carreira e Professor titular do Departamento de Fisiologia Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto, um dos professores de medicina mais respeitado e brilhante em Angola, aliás, os factos falam por si, o Professor Doutor Mário Freitas, está prestes à candidatura na ordem dos médicos rumo à disputa do papel mais alto dessa classe.

O PAPEL DA ORDEM DOS MÉDICOS DE ANGOLA

A ordem dos médicos de Angola, é a estrutura basilar de representação da classe médica no País, nela incide a responsabilidade cimeira do exercício da profissão médica em Angola, é o factor determinante do exercício da profissão médica visando a materialização do conjunto de normas sengundo as quais torna – se viável o exercício da arte médica em Angola, nos termos dos princípios e normais que norteiam o exercício dessa profissão no espaço geográfico angolano.

FUNDAMENTAÇÃO SOBRE AS PRINCIPAIS VANTAGENS EM TER O PROFESSOR DOUTOR MÁRIO FREITAS COMO BASTONÁRIO DA ORDEM DOS MÉDICOS EM ANGOLA

Torna – se imperativo a eleição de um bastonário com capacidades efectivas no âmbito do exercício do papel que lhe for entregue, e não adiamos neste enunciado a pessoa do Professor Doutor Mário Freitas, cujo perfil, dispensa comentários, em virtude de ser caracterizado por qualidades que o permitam tornar exequível a transformação da classe médica em Angola, numa classe forte e desenvolvida capaz de realizar factos que ontem estavem apenas no segredo dos deuses de atenas.

Sua missão fundamental, se assenta na defesa dos interesses de uma classe médica, cujas responsabilidade sobre a qual, visam nortear a classe no âmbito do seu exercício prático, instituir uma nova visão para os médicos em Angola, valores que permitam à pessoa do médico ser um médico de facto, metas e missão que darão para a classe médica a oportunidade de crescer à luz desafios tecnológicos e sobretudo científicos que expressam o exercíco da medicina no mundo avançado. O Professor Doutor Mário Freitas é um novo desafio para uma classe aberta e inovada, que discuta os problemas dos médicos com eminente seriedade e os resolve de maneira prática e efectiva, permitindo a transformação continuada da classe médica, nos termos da evolução que caracteriza a medicina moderna. Permitir que a classe médica sirva de exemplo para uma saúde humanizada no País.

De lembrar que, foi o Dr. Freitas, o pilar central que fez o País realizar o primeiro Doutoramento em ciências biomédicas, foi ele, quem definiu as linhas mestras que iluminaram a concepção do  projecto de doutoramento em biomedicina, manifestou através desse projecto a concretização do sonho de muitos médicos em Angola de virem a se  tornar doutores em biomedicina.

O Professor Freitas, se constitui num valor cimeiro para a medicina em Angola, que se apresenta para os fins mais nobres da classe médica em Angola, que permite o realizar continuado dos desafios que aduzem os novos tempos de exercitar a medicina no mundo, pois, a medicina velha passou, e hoje, o mundo, se caracteriza pelo sobrevir de uma medicina onde a tecnologia e a ciência, são a marca obrigatória para a resolução de todos os contratempos e eventualidades que dão lugar no palco Hospitalar.

O Professor Doutor Mário Freitas, tem o perfil de um grande médico, capaz de tornar a classe médica, numa classe completamente organizada, norteando a formação médica, desde o ensino de graduação à pós – graduação (lacto e estrito senso), é um daqueles homens preparados para grandes desafios, e nestes termos, a classe médica sairia a ganhar caso o fosse eleger para este fim.

Não se trata de um líder que vem apenas para cumprir mais uma agenda de chefia, e nada realizar para a medicina no País, criando decepções de ordem material, física e de realização para os médicos, trata – se de um homem que sempre desempenhou as suas responsabilidade com bastante entrega, engajo e eficiente materialização dos planos traçados, um homem que fala e faz, um escravo de suas próprias palavras, um daqueles homens que honra com bastante relutância o seu comprimisso.

VISÕES CENTRAIS COMO RAMO DE ACÇÃO DO PROFESSOR DOUTOR MÁRIO FREITAS NA ORDEM DOS MÉDICOS DE ANGOLA

O Professor Doutor Freitas, quer instituir a edificação de uma ordem dos médicos, activa e pro-activa, capaz de identificar a variedade de problemas que predominam sobre a classe médica, e, agir prontamente de maneira real sobre os mesmos, dando – os, um destino que sirva de solução, para os diferentes desafios que fazem face à classe médica, de então. Uma classe, que defenda os médicos com unhas e dentes, não se deixando servir aos interesses de natureza alheia, que ao invés de servir para a profissão médica, passa apenas a servir à interesses contrários ao exercício desta profissão, deixando os médicos, como vítima de um processo com perda de foco, um processo impotente e ineficaz, que não salva, nem defende ninguém, mesmo que estes estejam prestes à cair sobre brasas acesas.

O Professor Doutor Mário Freitas, quer constituir para Angola, uma classe médica, que actua não apenas como arbitra do exercício da profissão, mas também, como conselheira e apaziguadora das ondas que se agitam contra os médicos, secundárias ao exercício continuado da profissão médica, que espalha na consciência do médico descontentamento, lassidão, saturação e falta de forças para manter continuado o ânimo para acção. 

O Professor Doutor Mário Freitas, quer construir uma classe completamente moderna, que sirva aos ditames da revolução tecnológica e científica que que caracterizam o exercício da medicina no mundo actual.

Temos vindo à assistir, uma classe médica que se prende entre vozes sem impacto, parecendo – nos à vozes mudas que exprimem surdes aos grandes desta terra, face aos sobressaltos crispados ao longo do seu exercício profissional médico. O Professor Doutor Freitas quer fazer suscitar uma outra forma de agir dos médicos, para que o respeito dado ao médico seja um respeito merecido e não forçado, quer conquistar um amanhã risonho para os médicos, para que o futuro que lhes espera seja capaz de calar qualquer voz que tenha de se opor à vontade dos médicos angolanos.

Quer colocar o médico angolano num patamar respeitável no plano internacional, nos domínios da intelectualidade, nos termos da academia, uniformidade de princípios e conhecimento científico, respeitando o exercício profissional, no âmbito da apreciação de valores de origem ética e cívica, que permitam o enobrecer da classe médica, tornando a classe, numa classe com civilização perspicaz que permite que se plasme o esforço do médico na defesa à vida humana, como razão primeira que caracteriza a sua existência na face da terra, vinculado à prática absoluta do amor ao próximo como esforço natural que não se deve medir energias para que seja realizado, sacrificar interesses de ordem pessoal em virtude do salvar de vidas prestes a serem consumidas pela morte. 

Para que a classe médica seja uma classe forte e capaz, urge a necessidade da eleição de um líder que detenha a personalidade do Professor Doutor Mário Freitas, capaz de conquistar para medicina em Angola, um novo horizonte, nos termos do respeito social, da implicação na aplicabilidade do ordenamento deontológico, no âmbito do exercício da profissão de Hipócrates.

A ordem dos médicos, perfaz o elemento capital para animar o espírito do médico, no âmbito do seu exercício laboral, bem como relevar a profissão médica na face da terra, diante de qualquer profissão. 

O ofício do médico, é de facto um nobre ofício, que não se deve depreciar por fenómenos banais e inaceitáveis, para tal há que incorporar uma personalidade com vigor ideal, que faça nascer o respeito aos médicos em Angola de uma forma real e prática, que não se resume em retóricas longe de serem efectivas, é necessário um bastonário, capaz de se erguer às alturas majestosas rumo à conquista de um verdadeiro espaço no âmago angolano. É necessário, alguém como o Professor Doutor Mário Freitas, que está vocacionado para medir forças, que não teme as dificuldades, que faz da arte médica um ofício capaz de realizar proezas, que dignifica a arte que se exerce de então, que é capaz de fazer da ordem dos médicos, um meio eficaz para a busca de soluções para a variedade de acções problemáticas que circundam a classe aos nossos dias. 

Trata-se, de uma sucinta abordagem, que, incorpora a importante missão do Professor Doutor Mário Freitas, como um legado de causa inegável para a afirmação dos médicos em Angola, delineando caminho duros mas frutíferos no âmbito do porvir, no que concerne ao cumprimento dos preceitos éticos profissionais, nas diversas áreas de expressão da classe médica, permitir a posição dos médicos, no âmbito do seu exercício laboral, devolver - lhes o valor roubado, o respeito perdido, a dignidade que se divorciou de muitos médicos, e os direitos apagados pelo tempo.

O professor Doutor Mário Freitas, se constitui numa causa necessária para a materialização da afirmação da medicina em Angola, um fenómeno de incalculável necessidade para o futuro da medicina em Angola, no que concerne a implementação de regras na ordem dos médicos em Angola, através da efectivação prática do códigos de ética médica, longe de ser apenas retóricas que nunca alcançam o plano prático.

A ordem dos médicos em Angola, necessita de um bastonário desenvolto, apresso, talentoso, que se engaja no assumir da responsabilidade do elmo da classe médica, como materializador dos direitos e dever dos médicos na linha da frente, sempre preparado para fazer do exercício da classe médica, um acto de honra, dignidade e nobreza perante a sociedade que banha Angola. 

Um bastonário, pro - activo, e, de alto teor de experiência e competência, nos termos da diplomacia, que permita discutir os vários modelos de exercício da saúde em Angola à luz do observável em nações mais avançadas no sentido tecnológico e do progresso humano, capaz de opinar diante do País, novos modelos de fazer realizar o País na esfera do MINSA. Capaz de criar para a medicina angolana, um novo horizonte para acção, através da reestruturação e reorganização da classe médica, quer no âmbito da sua formação, assim como na conquista de um espaço de exercício salutar no plano Hospitalar e de saúde pública.

Fazer com que a saúde pública deixe de ser um ramo não exprimido no País, que aja apenas como um apaziguador das mumanças impelidas pelos problemas socias, porém, não dá resolução as circunstâncias reais que inundam a saúde pública em Angola.

Os desafios da classe médica, não se tratam de desafios fáceis de os concretizar, tratam – se, de desafios de difícil realização em Angola, que invocam a existência de um verdadeiro guerreiro capaz de conquistar para Angola, uma classe médica forte e desenvolvida, com coragem, determinação e persistência, fazendo face a qualquer circunstância ou contratempo que tenha de nascer ao longo do curso natural das coisas. 

O Professor Doutor Mário Freitas, é de facto, o factor decisivo para que resulte no palco angolano uma classe médica capaz, coesa, equilibrada, próspera e brilhante, com seus pés completamente afincados no solo angolano, com acções efectivas no plano da sociedade angolana, uma classe respeitável em todos os domínios de existência social.

O Professor Doutor Mário Freitas, exercerá a missão principal, cuja finalidade, reside no regulamento dos direitos e deveres dos profissionais das diversas áreas da medicina e determinar a finalidade essencial do exercício da medicina em Angola.

Os médicos, hoje, queixam – se de débeis condições do exercício laboral, queixam – se da realização de especialidade sem seguimento de facto, queixam – se da falta de enquadramento logo após o término da formação, a classe médica enfrenta uma conjuntura complexa, que requer uma ordem dos médicos vigorosa no pensar e ávida na acção, que não vacila na tomada de decisões acertadas sobre o presente e o futuro dos médicos em Angola, uma classe médica munida de uma personalidade capaz, que saia da acção teórica de gabinetes apenas para a acção prática efectiva, que permita que se vise a realização efectiva dos desafios que movem a classe.

Num País como Angola, a existência de médicos, é uma gota no oceano, pela ironia do destino, encontramos muitos médicos desempregados, outros tantos, mal enquadrados e mal remunerados. Sem nos deixarmos de esquecer em citar a existência de faculdades de medicina, que ao invés de formar médico, deformam o médico, somente querem enchger os seus bolsos de tostões das propinas pagas pelos estudantes de medicina, sem darem nenhum conhecimento condigno ao estudante de medicina que o permita enfrentar os desafios preparados para o futuro da medicina, faculdades sem laboratórios e nem hospitais universitários, sem professores com capacidade para ensinar a verdadeira medicina de hipócrates, faculdades inundadas por candongueiros do saber, que espalham as inverdades como verdade aceite pela razão, lá onde a formação do médico é um desespero total, passam sem lhes darem a oportunidade de saberem a medicina, sem quaisquer condições para formar médicos ainda persistem na formação desses médicos, ainda assim continuam sem vacilar na formação do médico, muitos dos quais admitidos sem qualidade para fazer medicina, essas escolas, inviabilizam o respeito do médico, distorcem a dignidade e a honra dos médicos no País, e isso só acontece, porque em Angola não existe uma ordem dos médicos com solidez, com relevância, com impacto na vida prática da medicina, uma ordem que não aceita, nem se acenta na sombra da bananeira quando a casa aquece devido o escessivo calor trago pelos problemas dos médicos no País. Para que tenhamos uma ordem que visa mudar o paradigma dos médicos em Angola, há que eleger como bastonário da ordem dos médicos um médico que vela pelas linhas da frente que brotam as conjunturas médicas em Angola, por uma ordem capaz de norteiar o exercício da medicina no País, numa visão moderna à luz do exprimido em Países já afirmados nos termos da medicina moderna. 

Um grande bastonário para os médicos em Angola, já é um desejo imperioso, para que faça renascer a medicina em Angola, sendo assim, imprescindível a realização da classe médica, no plano da aplicabilidade técnica do profissional no vínculos das necessidades do País, neste ângulo, é necessário um bastonário como o Professor Doutor Freitas, que venha fazer com que a medicina, tenha de se tornar numa profissão digna de honra no País, que não passe de uma medicina, cujo valor, resta – lhe o papel apenas. Professor Doutor Mário Freitas, defenderá a classe médica diante dos colossos dessa terra, fazendo suscitar no País, uma medicina forte e desenvolvida capaz de se tornar num fulgor para África Austral, que merece aplausos e o vergar da cabeça dos grandes deste mundo. 

TODOS POR UMA MEDICINA HUMANIZADA, MODERNA, INOVADA E COESA”.

Last modified onSegunda, 16 Abril 2018 00:19
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